CRM 131.095 / RQE 92.944

Oftalmologista especialista em Baixa Visão e Reabilitação visual em São Paulo - SP

Transforme sua visão, revitalize sua vida:
Cada detalhe cuidado para uma nova perspectiva.

Ofereço uma avaliação oftalmológica especializada e personalizada, focada em reabilitação visual para pacientes de todas as idades.

Com uma abordagem cuidadosa para melhorar sua qualidade de vida
e ter independência.

Escolha clicando nos ícones o tratamento que você precisa:

Teste de acuidade visual para longe e perto

O Teste de Acuidade Visual é uma avaliação fundamental para medir a capacidade de enxergar com clareza a diferentes distâncias. Durante a consulta, realizamos uma análise detalhada tanto da visão de longe quanto de perto, identificando possíveis alterações que impactam sua qualidade de vida.

Com essa avaliação precisa, oferecemos orientações personalizadas para correções visuais adequadas, garantindo uma visão mais nítida e confortável para as suas atividades diárias. Ideal para todas as idades, o exame é rápido, seguro e essencial para o cuidado contínuo da sua saúde ocular.

Acuidade visual com cartões de Teller

A avaliação de acuidade visual utilizando os Cartões de Teller é uma técnica especializada para medir a capacidade de visão de quem não consegue se comunicar verbalmente, como crianças pequenas e adultos com deficiências cognitivas ou neurológicas.

Com esse método, é possível identificar a percepção visual do paciente por meio de estímulos visuais de alto contraste, o que permite uma análise detalhada e precisa da visão. Diferente dos testes convencionais, que exigem respostas verbais, o Cartão de Teller observa as reações espontâneas do olhar, garantindo uma avaliação completa e acessível para todos.

Avaliação completa das funções visuais

A avaliação das funções visuais vai além do teste de acuidade tradicional. Ela investiga aspectos cruciais da visão, como a sensibilidade ao contraste e a percepção de cores, que impactam diretamente a capacidade de reconhecer objetos, formas e sinais visuais no dia a dia.

Durante o exame, analisamos a forma como seus olhos percebem as variações sutis de luz e sombra, bem como a diferenciação entre cores. Essa avaliação é especialmente importante para pessoas que enfrentam desafios visuais relacionados a lesões neurológicas, deficiências visuais ou doenças oftalmológicas que afetam a função visual.

Lesões neurológicas

Quando a visão é afetada por condições neurológicas ou cognitivas, exames oftalmológicos tradicionais nem sempre conseguem identificar as alterações visuais. Pensando nisso, realizamos uma avaliação diferenciada e personalizada para pacientes com lesões neurológicas, deficiências múltiplas, TEA (Transtorno do Espectro Autista) e TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade).

Com metodologias específicas e ferramentas de análise visual adaptadas, identificamos alterações que impactam o desenvolvimento, a aprendizagem e a autonomia do paciente. Essa avaliação possibilita a detecção precoce de dificuldades visuais e orienta os próximos passos para a adaptação de auxílios visuais e terapias de reabilitação visual.

Pacientes com baixa visão

Para pacientes com baixa visão, pequenas adaptações podem significar uma enorme diferença na autonomia, mobilidade e qualidade de vida. Por isso, realizamos a prescrição e adaptação de auxílios visuais especiais, que permitem aproveitar ao máximo a visão residual de cada paciente.

Com base em uma avaliação personalizada, identificamos as necessidades individuais e indicamos as melhores ferramentas ópticas e tecnológicas para cada caso. Os dispositivos são ajustados e testados no próprio consultório, garantindo uma adaptação prática e eficiente.

Tecnologias assistivas

A tecnologia assistiva é uma aliada poderosa para promover a autonomia e a inclusão de pessoas com deficiência visual. No consultório, realizamos a orientação e indicação personalizada de soluções que facilitam as atividades cotidianas, proporcionando mais independência e qualidade de vida.

Com base nas necessidades e no perfil de cada paciente, indicamos e orientamos o uso de dispositivos modernos e práticos, desde recursos ópticos até tecnologias digitais inovadoras. O paciente recebe suporte completo e acompanhamento contínuo, para que o uso dessas ferramentas seja eficiente e simples.

As consultas são personalizadas e detalhadas, com foco na melhoria da qualidade de vida e na maximização da visão residual do paciente. O processo envolve uma série de etapas:

Minha consulta não trata apenas a condição ocular, mas também oferece suporte psicológico e prático para que o paciente aprenda a lidar melhor com a baixa visão e tenha uma vida mais independente e feliz.

Avaliação inicial

O paciente é submetido a um exame completo da acuidade visual, com testes que vão além dos exames oftalmológicos de rotina. A avaliação inclui análise da capacidade de enxergar objetos próximos e distantes, bem como a percepção de contrastes e cores.

Histórico médico detalhado

O levantamento do histórico médico é essencial para avaliar sua saúde ocular. Investigamos condições de saúde anteriores, medicamentos em uso e histórico familiar de doenças oculares, identificando fatores que possam impactar sua visão.

Prescrição de
auxílios ópticos

Adaptação de dispositivos específicos que potencializam a visão residual, como lupas, óculos especiais com lentes de aumento, telescópios e sistemas de ampliação eletrônica.

Reabilitação visual

O paciente recebe orientações sobre como usar esses dispositivos e realizar adaptações no dia a dia para melhorar a autonomia em atividades como leitura, mobilidade e tarefas domésticas.

Acompanhamento contínuo

O tratamento para visão subnormal é um processo contínuo. O paciente é monitorado regularmente para ajustes de dispositivos e orientações adicionais, garantindo que a evolução de sua condição seja acompanhada de perto.


Dra. Karina Yamashita

Assistente do ambulatório de baixa visão do hospital das clínicas da faculdade de medicina da USP

Capacitação de residentes e fellows da Clínica Oftalmológica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP

Membro da Sociedade Brasileira de Visão Subnormal

Membro do Conselho Brasileiro de Oftalmologia

Fellowship em Visão Subnormal no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP

Fellowship em Catarata - SUS SP

Título de Especialista em Oftalmologia pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia

Residência Médica em Oftalmologia pelo SUS SP

Graduação em Medicina pela Universidade de Alfenas

Perguntas Frequentes

Tire suas principais dúvidas abaixo

O que é Visão Subnormal?

Visão subnormal, também conhecida como baixa visão, é um comprometimento visual que não pode ser corrigido completamente com óculos convencionais, lentes de contato, medicação ou cirurgia, mas ainda assim permite que o paciente tenha função visual.

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), a visão subnormal é definida como uma acuidade visual inferior a 20/60 (0,3) e superior ou igual a 20/400 (0,05) no melhor olho com a melhor correção possível.

Quais auxílios possíveis para o tratamento?

O tratamento de visão subnormal (ou baixa visão) envolve uma abordagem multidisciplinar com o objetivo de maximizar a funcionalidade visual do paciente, utilizando recursos ópticos, não ópticos e tecnológicos.

Os principais auxílios disponíveis são:

1 - Auxílios Ópticos:

Dispositivos que aumentam a capacidade visual: • Lupas
• Lupas manuais ou de apoio (com iluminação).
• Lupas eletrônicas com ampliação ajustável.
• Óculos esferoprismáticos
• Sistemas telescópicos
• Lentes filtrantes (filtros medicinais)
• Lentes com prisma

2 - Auxílios Não Ópticos:

Adaptações para melhorar a funcionalidade:

• Iluminação adequada:
• Lâmpadas com luz direcionada e intensidade ajustável.
• Materiais de contraste:
• Textos com letras grandes, cores contrastantes

3 - Auxílios Eletrônicos e Videoampliação:

Dispositivos que ampliam ou transformam informações visuais:

• Videoampliação
• Equipamentos com câmeras que ampliam textos e imagens em telas (portáteis ou de mesa).
• Aplicativos e softwares:
• Leitores de tela, amplificadores de texto e reconhecimento de caracteres (OCR).
• Dispositivos portáteis:
• Tablets e celulares com ajustes de contraste, brilho e ampliação.
• Tecnologias assistivas avançadas: Óculos de realidade virtual e óculos eletrônicos.

Quais as causas da cegueira?

Deficiência Visual

Considera-se deficiência visual:

a) cegueira, na qual a acuidade visual é igual ou menor que 0,05 (20/400) no melhor olho, com a melhor correção óptica;

b) baixa visão, que significa acuidade visual entre 0,3 (20/60) e 0,05 (20/400) no melhor olho, com a melhor correção óptica;

c) somatória da medida do campo visual em ambos os olhos for igual ou menor que 60º;

d) ocorrência simultânea de quaisquer das condições anteriores.

O termo cegueira não é absoluto, pois reúne indivíduos com vários graus de visão residual. Ela não significa, necessariamente, total incapacidade para ver, mas, isso sim, redução dessa aptidão a níveis incapacitantes para o exercício de tarefas rotineiras. Indivíduos apenas capazes de CONTAR DEDOS à curta distância e os que só PERCEBEM VULTOS, também apresentam cegueira legal.

Mais próximos da cegueira total, estão os indivíduos que só têm PERCEPÇÃO e PROJEÇÃO LUMINOSAS. No primeiro caso, há apenas a distinção entre claro e escuro; no segundo (projeção) o indivíduo é capaz de identificar também a direção de onde provém a luz.
A cegueira total ou simplesmente AMAUROSE, pressupõe completa perda de visão. A visão é nula, isto é, nem a percepção luminosa está presente. No jargão oftalmológico, usa-se a expressão "visão zero".6

Portanto, para ter deficiência visual, a pessoa deve ter acuidade visual com correção de 20/60 ou pior nos dois olhos.

Quanto ao campo visual, que é a área de visão lateral, superior e inferior que se pode perceber ao olhar em frente, a referência legal é de que seja menor ou igual a 60º. Não é um percentual, mas uma medida de ângulos de visão.

Sendo assim, mais um exame complementar é requerido, denominado Campimetria, já que é um exame de difícil interpretação por outros profissionais.

O periciado deve anexar laudo oftalmológico, utilizar tabela Snellen para avaliar acuidade visual, que é esta representação 20/..., obtida pela leitura de letras em escala ou o laudo com a campimetria em graus, se for o caso.

I. Visão Monocular

Agora em 2021, a Lei 14.126/2021 formalmente é considerado deficiente visual. Antes disso empregava-se a Súmula 377 do STJ e parecer CONJUR 444/11, ratificado pela Coordenação-Geral de Análise Preventiva e Sistematização do Departamento de Coordenação e Orientação de Órgãos Jurídicos da Consultoria-Geral da União da Advocacia-Geral da União, por meio do DESPACHO Nº 013/2013/MAC/CGAPS/DECOR/CGU/AGU, a visão monocular está sendo considerada para fins de cumprimento da cota, mesmo com parecer contrário do CONADE.

Ocorre quando há cegueira, na qual a acuidade visual com melhor correção óptica é igual ou menor que 0,05 (20/400), visão de vultos, conta-dedos em um olho, ou cegueira legal na avaliação do oftalmologista, ou uso de prótese, ou olho enucleado ou Phthisis bulbi.

Há casos de acuidade 20/200 ou melhor, mas que, pela existência de comorbidades, como estrabismo (desvio do eixo de um dos olhos), o olho não é funcional, caso o oftalmologista informe visão monocular explicitamente no laudo, pode-se aceitar.

6 Adaptado de Antônio João Menescal Conde - Professor do Instituto Benjamin Constant
As principais causas de cegueira em adultos são a catarata, glaucoma, degeneração macular relacionada à idade e a retinopatia diabética. Já entre as crianças, os maiores causadores da perda de visão são: infecções congênitas, catarata congênita, retinopatia da prematuridade e glaucoma congênito.

Quais os principais direitos das pessoas com deficiência visual?

Os principais direitos das pessoas com deficiência visual no Brasil estão garantidos pela Constituição Federal, pelo Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) e outras legislações específicas. Abaixo, estão os principais direitos dessa população:

1. Direito à Educação

Acesso à educação inclusiva: Matrícula em escolas regulares com apoio necessário, como professores especializados e materiais adaptados. Material didático acessível: Direito ao uso de materiais em braille, audiolivros, textos ampliados e outros formatos acessíveis. Tecnologias assistivas: Disponibilização de equipamentos, como lupas eletrônicas, leitores de tela e softwares específicos. Apoio pedagógico especializado: Atendimento Educacional Especializado (AEE) em salas de recursos multifuncionais.

2. Direito ao Trabalho

Reserva de vagas: Aplicação da Lei de Cotas, que exige de 2% a 5% das vagas em empresas com mais de 100 funcionários para pessoas com deficiência. Adaptações no ambiente de trabalho: Direito a tecnologias assistivas e adaptações no local de trabalho, como leitores de tela, softwares específicos e dispositivos de ampliação. Capacitação profissional: Direito a programas de qualificação profissional adaptados.

3. Direito à Saúde
Atendimento especializado no SUS: Acesso a exames, consultas e tratamentos especializados, incluindo serviços de reabilitação visual. Tecnologias assistivas gratuitas: Fornecimento de próteses oculares, bengalas, lupas e outros dispositivos pelo SUS. Acompanhamento psicológico: Apoio psicológico para lidar com o impacto da deficiência visual.

4. Direito à Acessibilidade

Acessibilidade urbana: Calçadas, ruas, semáforos sonoros e transporte público devem ser adaptados para pessoas com deficiência visual. Acessibilidade digital: Direito de acesso a sites, aplicativos e sistemas eletrônicos acessíveis, com compatibilidade para leitores de tela. Rótulos em braille: Produtos e medicamentos devem incluir informações em braille, quando possível.

5. Direito à Assistência Social Benefício de Prestação Continuada (BPC):

Um salário mínimo mensal para pessoas com deficiência visual de baixa renda que não possam prover o próprio sustento. Passe livre: Gratuidade no transporte público municipal, intermunicipal e interestadual para pessoas de baixa renda. Apoio em programas sociais: Prioridade em programas habitacionais e outros benefícios sociais.

6. Direito à Cultura e Lazer
Acessibilidade em eventos culturais: Teatros, cinemas, estádios e outros locais devem oferecer recursos como audiodescrição e espaços adaptados. Bibliotecas acessíveis: Acesso a livros em braille, audiolivros e outros formatos acessíveis. Incentivo ao esporte adaptado: Promoção de modalidades esportivas adaptadas para pessoas com deficiência visual.

7. Direito ao Transporte

Adaptação de veículos públicos: Transporte coletivo deve ser adaptado com dispositivos de orientação, como avisos sonoros. Acompanhante: Direito a transporte gratuito para um acompanhante, quando necessário, em viagens intermunicipais e interestaduais.

8. Direito à Justiça e Informação

Informação acessível: Documentos oficiais, contas e contratos devem ser disponibilizados em formatos acessíveis, como braille, áudio ou texto digital. Atendimento prioritário: Atendimento preferencial em órgãos públicos, bancos e estabelecimentos comerciais. Direito ao voto: Garantia de acessibilidade no processo eleitoral, com uso de urnas eletrônicas adaptadas com áudio.

9. Direito à Vida Autônoma e Inclusão Social

Direito à bengala branca: Símbolo universal da autonomia da pessoa com deficiência visual, sua importância é reconhecida e respeitada. Cães-guia: Direito de circular com cães-guia em locais públicos e privados, incluindo transporte coletivo e estabelecimentos comerciais. Apoio à reabilitação: Programas de reabilitação visual e inclusão social devem ser oferecidos pelo poder público.

Esses direitos garantem que pessoas com deficiência visual tenham uma vida mais digna, acessível e inclusiva. Caso esses direitos sejam violados, é possível recorrer ao Ministério Público, à Defensoria Pública ou a órgãos especializados, como o Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CONADE).

Onde eu atendo?

A Multiclin Oftalmologia Unidade Rebouças foi fundada em 1975 e está localizada em um bairro nobre de São Paulo, próximo à avenida Paulista e às estações de metrô Paulista e Consolação.

Além da especialidade de Baixa Visão temos especialistas em Retina, Córnea, Catarata e Cirurgia Refrativa.

Multiclin Oftalmologia Unidade Rebouças

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